A beleza de ser quem se é
Há uma beleza que só aparece depois de muitos anos vividos. Ela não está na ausência de marcas, mas justamente nelas. A história inscrita no rosto, no corpo e nos gestos conta quem fomos, o que atravessamos e o que escolhemos preservar. Na maturidade, o que nos torna mais bonitos é a coerência entre quem somos e a forma como habitamos o mundo.
Cuidar do corpo e da mente deixa de ser vaidade e passa a ser responsabilidade afetiva consigo mesmo. Dormir melhor, mover o corpo, alimentar-se com atenção, cultivar interesses e cuidar da saúde emocional são formas de sustentar essa beleza que vem de dentro. Não se trata de negar o tempo, mas de honrá-lo os cuidados necessários.
Manter ou desenvolver um estilo pessoal também é parte desse processo. Escolher roupas, cores, cortes, gestos e ritmos que nos representem dá prazer e afirma identidade, para mulheres e homens. O autocuidado na maturidade é uma declaração silenciosa de respeito por si e pelo próprio percurso.
Com os anos, ganhamos algo precioso: diferenciais únicos, construídos pela experiência. A segurança, a honestidade nas relações, o olhar mais gentil para si e para o outro tornam-se a verdadeira moldura da beleza. Uma beleza que não pede permissão, não se compara e não precisa provar nada, apenas existir.